5 comentários:
De Tem medo de mostrar-se a 27 de Março de 2012 às 05:05
Acabo por dar razão ao cubano da Madeira........ estamos a ser governados por uma cambada de garôtos!


De José Saraiva a 28 de Março de 2012 às 13:33
Em breve vamos votar para escolher os nossos governantes locais.
Aqui em Loulé já se comenta sobre os prováveis candidatos. Do PSD, indubitavelmente o Hélder Martins está a posicionar-se. José Graça, o candidato natural na sucessão de Seruca, parece ter-se acomodado e, segundo dizem os “amigos” do partido, recuou.
No PS as coisas estão bem mais difíceis. No passado recente, sem ninguém que pudesse fazer frente a Seruca, Rebuscaram um ex presidente de Câmara : o Vairinhos. Considerado um traidor quer pelos louletanos mas essencialmente pelos seus congéneres, o Não Redondo e Seco foi-lhe mostrado nos resultados que obteve em 2009. Mas o pior não é o passado recente, pior é o presente e o futuro que se adivinha.
Sem ninguém de jeito que possa, de novo, sentar-se na cadeira de presidente, correm o risco de desaparecer do universo político concelhio. Sim, porque não é o insuportável Vítor faria, o nada carismático e duplamente derrotado Aleixo, o ressabiado Rui Lourenço que podem, se quer, pensar em ascender a tal cargo, pela simples razão de que os louletanos NÃO OS QUEREM. Apenas isso! Já deram provas da sua ineficácia. Hugo Nunes? Jamila Madeira? Não. Esses são inteligentes o suficiente para não arriscar nesta altura. Futuramente talvez, mas ainda não é o momento. Portanto resta quem? Ninguém!
O PSD dá cartas atualmente. Mas para sobreviver a vários mandatos, tantos como os de Seruca, há que saber fazer escolhas e Quarteira tal como Almancil são freguesias de peso.
Não acredito que Seruca, se continuasse na presidência, quereria continuar com alguns elementos deste executivo PSD, pelo simples facto de que alguns o desiludiram bastante. Quer a ele quer aos eleitores. Estou convencido que o Hélder fará uma escolha inteligente. Força!




De Júlio a 28 de Março de 2012 às 19:51
Falar do PS acho que é perder tempo. Esses não existem. E, se a lei de executivos locais “monocolores” for para a frente, bem podem arrumar as botinhas por um período bem longo.
Fazendo uma análise de cada um dos que aqui foram referidos no post do Sr. Saraiva, atrevo-me a dizer que o Aleixo, não vai querer ser derrotado de novo, se bem que o povo diz que não há duas sem três, eu, pessoalmente não acredito que ele queira ser recordado como um perdedor. O Rui Lourenço bem pode rabear que ele não têm capacidades para cativar ninguém.
Inveja a carreira do Dr. Emídio, quer copiar-lhe os passos mas enquanto que o Doutor Emídio se movimentava junto das pessoas, o Rui Lourenço não se junta ao povo.
Além de reconhecido mérito profissional, o Dr. Emídio é uma pessoa com carisma coisa que o Rui Lourenço na tem.
Deixo para o fim alguém que quer ser candidato: Vítor Faria. Homem com mais de 60 anos que nunca teve a hipótese de ser vereador, mas que é o seu maior sonho. Homem que é apenas tolerado no partido por meia dúzia de militantes. Conhecido como intratável e arrogante, os Quarteirenses não votam nele.


De João Martins a 4 de Abril de 2012 às 01:52
Ainda não percebi se são de esquerda se são de direita, sei que não são apartidários. Mas a estética do blogue está perfeita e a qualidade da escrita não lhe fica atrás. Assim que puder acrescento-vos no meu blogue. Longa vida!

João Martins
Blogue macloulé


De E.Geraldo a 6 de Abril de 2012 às 16:01
Caríssimo leitor João Martins
Se não estou em erro (e se estiver, que me perdoe o lapso de uma memória que já vai tendo as suas falhas) a frase “Democracia de direita é uma contradição de termos” foi posta por Somerset Maugham na boca de uma das personagens de Servidão Humana (Of Human Bondage), obra escrita no longínquo no de 1915.
Outros, tendo em mente as democracias totalitária, pensarão, certamente que “contradição de termos” será, antes, falar em “Democracia de esquerda”.
É fatal: tentar pôr rótulos a teorias políticas, éticas e morais descambará sempre em caos demagógicos, calculistas ou de objectivos inconfessáveis.
Certamente, objectivos ocultos não serão os seus. Por isso, lhe peço que não tente ver-nos por prismas de direita ou de esquerda. Procure antes ver-nos como aquilo que sou (porque, até agora, tenho sido o único autor do articulado apresentado): apenas democrata.
Não acredita que seja apartidário. Pois lamento dizer-lhe que está errado. Sou apenas, aquilo que pretendo ser: crítico. E, pelo que se me apresenta no leque político português, nunca me encaixarei em conformidade em qualquer das agremiações existentes.
Também não professo ideias anarquistas (se bem que, muitas vezes, os apelos não faltem), porque ser anarquista não é ser apolítico, mas antes político (e muito) de sinal contrário.
Deixe-me, pois no papel que escolhi, de observador e comentador crítico. Com um grande senão , que é o de não ter disponibilidade e tempo para estar mais presente.
Quanto às suas palavras amáveis…. São favores que se agradecem, porque em todos nós há sempre um lugarzinho para a vaidade pessoal.
Faço o que sei e esforço-me por fazer o melhor que sei. E é tudo.
Cumprimentos.
E. Geraldo


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